segunda-feira, 28 de maio de 2012

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Usar jaleco não está na moda





 Sempre que encontramos uma pessoa usando um jaleco é comum imaginarmos que trata-se  de um médico ou outro profissional ligado a área de saúde, e isso gera um status profissional.E essa é uma das maiores falhas cometida por pessoas que deveriam  apenas promover a saúde ou salvar vidas.

 É importante ressaltar que o jaleco  é  de uso obrigatório pois trata-se de um  equipamento de segurança individual para profissionais da área de saúde,para eliminar e diminuir os riscos para o paciente e para si próprio, a finalidade do jaleco é fazer uma barreira de proteção e evitar que a roupa do profissional  seja contaminada com bactérias resistentes  e que eles se tornem agentes carreadores  de bactérias.

 Estudos realizados mostram que jalecos tornam-se progressivamente  contaminados por bactérias patogênicas  durante atendimento clínicos ou contato com material biológico, no entanto os profissionais e estudantes da área de saúde usam o jaleco além das paredes hospitalares, em refeitórios,bibliotecas e outros locais públicos como forma de ostentação e o pior usam mais de uma vez para poder lava-lo.

 Em são Paulo Já existe uma Lei que proíbe o uso de jaleco fora do hospital que por sinal deveria ser uma Lei de âmbito Federal, e além disso tem que haver campanhas nas universidades de saúde  para evitar o uso indevido e incentivar a lavagem diária, dessa forma esses nobres profissionais vão se conscientizar que se não for usado da maneira correta essa equipamento deixa de ser uma segurança para ser um perigo em potencial e que usar jaleco fora do ambiente certo definitivamente não está na moda.

sábado, 28 de abril de 2012


Automedicação um perigo silencioso

           A automedicação hoje é uma prática crescente no Brasil e no mundo. Em alguns Países com sistema de saúde pouco estruturado é comum uma ida a farmácia como primeira opção para resolver um problema de saúde já que a maioria dos medicamentos mais consumido pela população é vendido sem prescrição médica. E além disso medicamentos são vendidos livremente em supermercados, armazém, empórios e até loja de conveniência.
          Segundo dados do IBGE de 2004,entre as pessoas que procuram atendimento de saúde 64 % adquiriram medicamento por conta própria. Os motivos que levam pessoas a se automedicarem são diversos. A desigualdade das campanhas massivas de medicamentos de grandes laboratórios contra as poucas campanhas que tentam esclarecer os perigos da automedicação, a dificuldade e o custo de se conseguir uma consulta médica,a cultura popular,a falta de orientação através de programas educativos são algumas das razões que levam inúmeras pessoas no Brasil e no mundo a utilizarem o medicamento mais próximo.
          É preciso acordar para este problema, a automedicação pode mascarar sintomas da fase inicial da doença,causar patologias e até levar a morte. Medicamento precisa ser prescrito pelo médico e única e exclusivamente para você  e naquele momento,não adianta guardar uma prescrição e querer usar quando tiver um sintoma parecido. Dúvidas em relação ao medicamento devem ser tiradas com um farmacêutico que é o profissional mais gabaritado  por conhecer a fundo a farmacoterapia, farmacocinética, farmacodinâmica e interações dos medicamentos.
Um trabalho de conscientização á população e uma parceria entre os profissionais de saúde é o caminho para minimizar o problema, já que erradica-lo parece ser uma grande realidade impossível como sintetizou Hipocrates “Toda vez que um individuo diz que segue exatamente o que peço, está mentindo”. É preciso tomar partido dessa perigosa realidade,divulgar e informar dos perigos e riscos da automedicação é sem dúvidas um dever de todos.